Conceitos e Fontes Teóricas de Malinowski
sábado, 19 de maio de 2012 | 15:45 | 0 Comentários
Malinowksi iniciou a sua carreira nas ciencias fisicas, porém a leitura de “O galho de ouro” de Frazer, apesar de terem ofendido o seu senso de exatidão,fez com que ele se apaixonasse pela Antropologia.
Quando foi inserido ao corpo docente da Escola Economica de Londres,por influencia de seu “adestrador”, Seligman, Malinoski veio a conhecer homens como Frazer, Westermarck, W. H. R Rivers, Haddon, os quais lhe proporcionaram influencia e estimulo, alem de C.S Seligman.
Malinowski teve de ser internado na Austrália, ao rebentar a guerra, enquanto para lá se dirigia. E dessa forma convenceu o governo australiano a deixá- lo explorar-lhe os territórios durante o internamento. Tão convincentes foram os seus argumentos que o governo chegou a dar-lhes fundos para realizar o trabalho.” Durante os seis anos que permaneceu na Australia, Malinowski recolheu “bagagem” suficiente para elaborar a teoria do “observador participante” e iniciar uma certa intolerância a antropologia relativamente acadêmica (baseada na reconstrução histórica, nos estudos de distribuição e outras investigações impessoais) pois lá ele vivia como um nativo, e em companhia dos nativos e passou a acreditar que só assim poderia conhecer diretamente as exigências e o funcionamento da cultura nativa.
O que está acontecendo? Como está acontecendo? E porque está acontecendo? Nas respostas para essas perguntas Malinowski vai dar origem ao que podemos chamar de Funcionalismo etnográfico. Para ele era importante estudar o comportamento nativo baseado no presente assim como tentar responder às perguntas anteriormente mencionadas para que pudesse se dispir de uma cultura pessoal e só então se inserir na cultura nativa afim de entende-la.
Malinowski acreditava que seria de maior importância valoriar valorizar as inovações individuais do homem. Sendo assim tentou modificar o funcionalismo social de Durkheim com as teorias psicologicas de Pavlov, Wundt e, mais tarde, Freud. Mas a idéia principal de Durkheim - de que devemos sempre buscar as realidades culturais atrás dos símbolos institucionalizados da sociedade - converteu-se lhe na marca de contraste de toda a obra. Principalmente ao se tratar da importância do sexo na construção da base de instituições tão veneráveis como casamento família.
As instituições para Malinowski eram o produto das relações positivas entre o desejo de satisfação das necessidades primarias dos homens com os sistemas sociais, ao mesmo tempo que regulava, mantinha e dava um sentido a elas. A família para Malinoski era a insituiçao-chave pela qual os impulsos instintivos do individuo se modificam para satisfazer as condiçoes de sobrevivência da comunidade .As relações de amor na familia, diz Malinowski, ‘servem de prototipos e também de núcleo para as lealdades do sistemas de clãs, os sentimentos de cordialidade e a cidadania tribal.’ Malinowski cita, em apoio dessa opinião, autoridades em Antropologia e Psicanalise, inclusos Lowie, Kroeber, Radcliffe-Brown, Freud e Flugel.” Mas Malinoski tambem acreditava que uma boa vida social deve basear-se num sistema verdadeiramente religioso de valores, isto é, num sistema que reflita a revelação, para nós, da existência de uma ordem espiritual e moral.
Podemos resumir então que para reconstruirmos, ou seja, definir o funcionamento de uma sociedade, segundo Malinoski, temos que usar da impessoalidade, adentrar nessa sociedade e entenda-la como um corpo de intituições relacionadas - sistema economico e politico, educação, lei, religião, ciencia, organização familiar - com as necessidades basicas, correntes de adaptação e individuais do homem.
Quando foi inserido ao corpo docente da Escola Economica de Londres,por influencia de seu “adestrador”, Seligman, Malinoski veio a conhecer homens como Frazer, Westermarck, W. H. R Rivers, Haddon, os quais lhe proporcionaram influencia e estimulo, alem de C.S Seligman.
Malinowski teve de ser internado na Austrália, ao rebentar a guerra, enquanto para lá se dirigia. E dessa forma convenceu o governo australiano a deixá- lo explorar-lhe os territórios durante o internamento. Tão convincentes foram os seus argumentos que o governo chegou a dar-lhes fundos para realizar o trabalho.” Durante os seis anos que permaneceu na Australia, Malinowski recolheu “bagagem” suficiente para elaborar a teoria do “observador participante” e iniciar uma certa intolerância a antropologia relativamente acadêmica (baseada na reconstrução histórica, nos estudos de distribuição e outras investigações impessoais) pois lá ele vivia como um nativo, e em companhia dos nativos e passou a acreditar que só assim poderia conhecer diretamente as exigências e o funcionamento da cultura nativa.
O que está acontecendo? Como está acontecendo? E porque está acontecendo? Nas respostas para essas perguntas Malinowski vai dar origem ao que podemos chamar de Funcionalismo etnográfico. Para ele era importante estudar o comportamento nativo baseado no presente assim como tentar responder às perguntas anteriormente mencionadas para que pudesse se dispir de uma cultura pessoal e só então se inserir na cultura nativa afim de entende-la.
Malinowski acreditava que seria de maior importância valoriar valorizar as inovações individuais do homem. Sendo assim tentou modificar o funcionalismo social de Durkheim com as teorias psicologicas de Pavlov, Wundt e, mais tarde, Freud. Mas a idéia principal de Durkheim - de que devemos sempre buscar as realidades culturais atrás dos símbolos institucionalizados da sociedade - converteu-se lhe na marca de contraste de toda a obra. Principalmente ao se tratar da importância do sexo na construção da base de instituições tão veneráveis como casamento família.
As instituições para Malinowski eram o produto das relações positivas entre o desejo de satisfação das necessidades primarias dos homens com os sistemas sociais, ao mesmo tempo que regulava, mantinha e dava um sentido a elas. A família para Malinoski era a insituiçao-chave pela qual os impulsos instintivos do individuo se modificam para satisfazer as condiçoes de sobrevivência da comunidade .As relações de amor na familia, diz Malinowski, ‘servem de prototipos e também de núcleo para as lealdades do sistemas de clãs, os sentimentos de cordialidade e a cidadania tribal.’ Malinowski cita, em apoio dessa opinião, autoridades em Antropologia e Psicanalise, inclusos Lowie, Kroeber, Radcliffe-Brown, Freud e Flugel.” Mas Malinoski tambem acreditava que uma boa vida social deve basear-se num sistema verdadeiramente religioso de valores, isto é, num sistema que reflita a revelação, para nós, da existência de uma ordem espiritual e moral.
Podemos resumir então que para reconstruirmos, ou seja, definir o funcionamento de uma sociedade, segundo Malinoski, temos que usar da impessoalidade, adentrar nessa sociedade e entenda-la como um corpo de intituições relacionadas - sistema economico e politico, educação, lei, religião, ciencia, organização familiar - com as necessidades basicas, correntes de adaptação e individuais do homem.
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